A análise do comportamento trabalha, entre outras coisas, com sentimentos, emoções e pensamentos no processo terapêutico. A diferença entre esta e outras abordagens é que
I. estes eventos privados não são considerados como causa do comportamento manifesto. Eles são frutos de contingências de reforçamento e passíveis de mudança, diminuição, melhora ou fortalecimento, sendo alvo de análises funcionais para se identificar as variáveis das quais são função e como se relacionam com outros comportamentos de nossas interações.
II. foi a partir da ciência do comportamento e do behaviorismo radical, ambos propostos por B. F. Skinner (1904-1990), que os eventos privados (mais conhecidos como processos cognitivos, pensamentos, sentimentos, autocontrole, intenção, autoestima, entre outros) puderam ser analisados a partir da perspectiva comportamental.
III. para a terapia comportamental, estes eventos também são comportamentos. O acesso a eles pode ser diferente, pelo relato verbal de quem está sentindo ou pensando, mas seguem os mesmos princípios dos comportamentos que podem ser observados por todos.
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