O indivíduo é mais vulnerável à radiação quando criança ou idoso. Na infância, os órgãos, o metabolismo, as proporções ainda não se estabeleceram definitivamente e, assim, alguns efeitos biológicos podem ter resposta com intensidade ou tempo diferente de um adulto. Por exemplo, com relação ao tempo de retenção de um radionuclídeo como o 137Cs, na forma de cloreto de césio, a meia-vida efetiva na criança é cerca de 55 dias, enquanto que, num adulto é de 110 dias. Isto significa, por um lado que, o 137Cs teve “menos tempo” para irradiar os órgãos internos, o que resultaria numa expectativa de menor dose de radiação. Tal fato se deve ao(s) fator(es):