Leia o caso clínico a seguir para responder às questões 44 e 45.
Paciente do sexo masculino, de 62 anos, queixa de dispneia progressiva até moderados esforços há cerca de dois anos, associado com tosse seca recorrentes. Extabagista com uso de 20 maços/ano; há 15 anos, abandou o vício. Nega outros sintomas associados. Nega outras patologias ou uso de medicações. Nega criação de aves, nega contato com mofo, nega outras exposições. Atualmente aposentado, mas trabalhou durante toda a vida como vigilante de condomínio. Ao exame físico, apresentava bom estado geral, eupneico, saturação oxigênio periférica 90%, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais e baqueteamento digital. Foram solicitados alguns exames, descritos a seguir:
Espirometria:
Pré-broncodilatador: CVF 1,50 (49%), VEF1 1,35 (44%), VEF1/CVF 90%
Pós-broncodilatador: CVF 1,49 (48%), VEF1 1,37 (45%), VEF1/CVF 91%
DLCO 45%
FAN Não reagente, FR negativo
Tomografia de tórax:

LAUDO: padrão típico de pneumonia intersticial usual. Imagens de TC do tórax em janela de pulmão no plano axial mostrando opacidades reticulares, bronquiectasias de tração e extenso faveolamento associado, e imagens em reformatação coronal evidenciando gradiente apicobasal do acometimento.
Qual conduta inicial para o caso?