No Brasil, o emprego em grande escala do Dicloro-Difenil-Tricloroetano (DDT) se restringe aos programas de controle de doenças transmissíveis, como a malária, em face do seu prolongado efeito residual e eficácia contra formas adultas dos mosquitos. Não obstante as medidas restritivas relativas à comercialização, a toxicidade e a contaminação ambiental mostram que a intoxicação do composto aumenta ao longo da cadeia alimentar. O identificado denomina-se