Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 07.
Texto 1
Maria Quitéria de Jesus
Por Manoel Soríano Neto
Logo após a proclamação de nossa Independência, a Conciliadora de Defesa, de Cachoeira, na Bahia, conclamou os baianos do Recôncavo a se alistarem para assegurar a liberdade do Brasil.
Como nos ensina a escritora inglesa Mary Graham, Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai, Gonçalo Alves de Almeida, para ingressar nas fileiras das forças patrióticas que, celeremente, se formavam em solo baiano.
O velho pai da destemida moça negou a autorização pedida; porém, Maria Quitéria não desistiu de seu intento e, com a cumplicidade de uma irmã e do cunhado José Cordeiro de Medeiros, abandonou o lar vestida com as roupas de José Medeiros, assentando praça num regimento de artilharia, passando depois para a infantaria, ocasião em que se integrou ao "Batalhão de Voluntários do Príncipe D. Pedro" ou "Batalhão de Periquitos", assim cognominado por causa do verde bem acentuado das golas e dos punhos da farda dos seus componentes. Quando se apresentou para a guerra, ela deu o nome de "Medeiros", em reconhecido agradecimento aos favores que sua irmã e o cunhado Medeiros lhe prestaram.
Destarte, iria surgir a legenda de Maria Quitéria de Jesus, que escondeu a sua condição feminina, fato descoberto antes de a guerra terminar, passando à História o exemplo de bravura e extremado patriotismo do "soldado Medeiros"...
Disponível em: em:<http://www.ebrevistas.eb.mil.br/index.php/ADN/article/download/5726/4957>. Acesso em: 13 ago. 2020.
O Texto 1 afirma que “Maria Quitéria sentiu o coração arder no peito e solicitou o consentimento do pai (...) para ingressar nas fileiras das forças patrióticas”. Em outras palavras, Maria Quitéria sentiu