Etiquetar pessoas em razão de distúrbios de comportamento é considerado politicamente incorreto. No entanto, a busca de se respeitar o “politicamente correto” não pode impedir que o problema seja focalizado e tratado. A agressividade, por exemplo, quando sua intensidade, frequência e duração ultrapassam o esporádico, focal e passageiro, merece tratamento especial e faz parte do que a educação especial denomina de