A complexidade dos problemas sociais aponta para a necessidade de integração dos diversos atores sociais e organizacionais na gestão das políticas sociais, privilegiando a ação intersetorial. A partir da década de 1980, principalmente, passa-se a valorizar as organizações sem fins lucrativos como alternativa para a gestão das políticas sociais. A busca de parceiros privados voltados para os interesses coletivos que atendessem as demandas sociais, de forma ágil, justificou essa transferência.
No entanto, confirmou-se que a consolidação da proposta da parceria púbico-privado que se instaurou na gestão das políticas sociais, não se faz sem a avaliação e controle