Os primeiros estudos de abordagem não estritamente médica da enfermidade crônica mostraram como os doentes e seus familiares percebiam, interpretavam e gerenciavam os problemas sociais e psicológicos decorrentes da nova condição e no quadro da vida cotidiana. Segundo Strauss et. al.,1984, citado por Cenesqui, 2007, os problemas mais citados foram: