A saúde coletiva e a interface homem-animal-meio
ambiente impõem que, em ações intersetoriais para controle de
zoonoses transmitidas por vetores, a erradicação do vetor é
sempre a medida mais eficaz e prioritária, independentemente
dos impactos ambientais negativos ou da inviabilidade
logística, visando à proteção humana e animal.