Suspeitou-se que queijos frescais provenientes de uma
cooperativa de laticínios do interior do estado continham
conservante de uso proibido pela legislação brasileira,
adicionado ao queijo com a finalidade de retardar a
deterioração e aumentar a vida de prateleira do produto final.
Com o objetivo de desvendar a possível fraude, amostras
aleatórias dos queijos foram recolhidas e encaminhadas ao
laboratório, que procedeu ao teste para elucidação da suspeita
de fraude. O método utilizado foi capaz de identificar – nas
amostras testadas – 95% daquelas que continham o
conservante e apresentou resultado falso-positivo em 12%
das amostras de queijos que não haviam recebido o
conservante. A respeito desse método, é correto afirmar que: