Segundo Iamamoto (2013), as distorções na análise da prática social desdobram-se em dois comportamentos diante da prática profissional: o primeiro, inspirado em análises que naturalizam a vida social, traduz-se numa visão "perversa" da profissão, relegada ao aperfeiçoamento formal e burocrático das tarefas que lhe são atribuídas, nada lhe restando a fazer; o segundo, traduz-se numa visão heróica e ingênua das possibilidades revolucionárias da prática profissional, a partir de uma visão mágica da transformação social. Esses dois comportamentos são conhecidos, respectivamente, como
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