Sobre as variações na ventilação alveolar total, pode-se afirmar:
Quando há um equilíbrio entre o ar alveolar e os capilares sanguíneos, as mudanças nas PACO2 (pressão parcial de dióxido de carbono no alvéolo) e PAO2 (pressão parcial de oxigênio no alvéolo) também estarão presentes no sangue enquanto este deixa o alvéolo.
O aumento da PACO2 (pressão parcial de dióxido de carbono no alvéolo) causa decréscimo do CO 2 sanguíneo (PaCO2).
O decréscimo da PAO2 (pressão parcial de oxigênio no alvéolo) apresenta diminuição proporcional de PaO2 sanguíneo.
O resultado da queda da ventilação alveolar é representado por diminuição da PaCO2 (pressão parcial de CO2 sanguíneo) e acréscimo da saturação de oxigênio no sangue arterial (SO2).
O aumento na ventilação alveolar aumenta a PACO2 (pressão parcial de dióxido de carbono no alvéolo) e a PAO2 (pressão parcial de oxigênio no alvéolo).
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