Paciente com insuficiência renal crônica em terapia de substituição renal, chega à emergência com sangramento profuso em fístula braquiocefálica, com flogose e saída de pus no local do sangramento. É estabelecido o diagnóstico de choque hipovolêmico e séptico. Durante a abordagem cirúrgica, identifica-se ruptura com destruição da anastomose. Nessa situação, a conduta adequada é:
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