Conforme divulgado pelo G1 – Portal de Notícias da Globo –, “o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, declarou nesta quarta (24/04/2013) que as universidades portuguesas não farão mais parte da lista de instituições de graduação do programa Ciência Sem Fronteiras. Segundo o ministro, a mudança é temporária para estimular a aprendizagem de outras línguas pelos estudantes.
‘Nós não consideramos neste momento bolsas para Portugal para estimular os alunos na proficiência de outras línguas. Eles têm que enfrentar o desafio da segunda língua’, afirmou Mercadante.
De acordo com o ministro, a língua inglesa é uma das prioridades do programa, por isso o MEC pretende aumentar as relações com instituições de ensino dos EUA.
‘Identificamos excelentes alunos, especialmente da rede pública, que foram muito bem no Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], mas que não têm o domínio da língua. Nós não vamos deixá-los para trás, esse programa veio para fazer a inclusão de quem tem talento. A língua não será um obstáculo que não possa ser ultrapassado.’
No último edital que selecionou universitários para estudar em Portugal, 32 mil estudantes se inscreveram, segundo informou o ministro na semana passada. O volume da procura pelo país ibérico foi maior que todas as vagas abertas pelo programa no ano passado em todos os países participantes.”
Fonte: Notícia. Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/04/portugal-seraexcluido- do-ciencia-sem-fronteiras-diz mercadante.html. Acesso em: 23/fev./2014
Pelo teor da notícia, observam-se algumas questões relacionadas ao programa Ciência sem Fronteiras, dentre elas: