“Malditas sejam todas as cercas! Malditas todas as propriedades privadas que nos privam de viver e de amar! Malditas sejam todas as leis, amanhadas por umas poucas mãos para ampararem cercas e bois e fazer a Terra, escrava e escravos os humanos! Outra é a Terra nossa, homens, todos! A humana Terra livre, irmãos!” (CASALDÁLIGA, 1978, p. 192).
Sobre a realidade atual da questão agrária no Brasil, apreendida pelo poema de Casaldáliga (1978), é CORRETO afirmar que: