Sobre a cultura nas abordagens da Educação Física escolar, a crítico-superadora discorre da seguinte forma:
Cultura como algo exterior ao ser humano, consequência da sua evolução biológica. Indivíduo como possuidor de cultura.
Destaca a cultura presente, na infância, repleta de jogos e brincadeiras. No entanto, estes são apenas facilitadores e não elementos do patrimônio cultural humano que deve ser garantido a todos os alunos.
Considera que a “cultura do movimento” nasce do diálogo homem/mundo, e nessa relação é construído o conjunto de significados que darão sentido às ações humanas.
Trata, explicitamente, do conceito de cultura, embora deixe a desejar no que tange à dimensão simbólica. Desconsidera o indivíduo e sua subjetividade quando não avançam na percepção de que os conhecimentos produzidos são atualizados e ressignificados, na dinâmica cotidiana de suas vidas.
O objeto da Educação Física é a cultura corporal de movimento. O movimentar-se humano é compreendido como forma de comunicação com o mundo. Trata-se de uma linguagem que, portanto, refere-se ao mundo simbólico.
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