Segundo Lacerda (2010, p. 33), no contexto da formação de Intérprete de Língua de Sinais (ILS), coloca-se pela política educacional vigente em várias partes do mundo a questão do Intérprete Educacional (IE), de sua formação e de seus modos de atuação. A esse respeito, de acordo com o autor, é verdade afirmar que:
I - O termo “intérprete educacional” é usado em muitos países (EUA, Canadá, Austrália, entre outros) para diferenciar o profissional intérprete (em geral) daquele que atua na educação, em sala de aula.
II - Em certos países há a preocupação em diferenciar, de forma mais saliente, a atuação do ILS daquela dos profissionais que atuam no espaço educacional (na Itália, por exemplo, o profissional que atua no espaço não é chamado de intérprete, mas de assistente de comunicação).
III - Não se trata de ocupar o lugar do professor ou de ter a tarefa de ensinar, mas sua atuação em sala de aula objetiva apenas traduzir.
IV - Na formação de intérprete, quando ela ocorre, pouco é discutido em relação à sua atuação como IE. Não se conhece muito sobre o que é feito em sala de aula e quais os efeitos dessas práticas.
V - A inclusão do intérprete não soluciona todos os problemas educacionais dos surdos, sendo necessário pensar a educação inclusiva, em qualquer grau de ensino, de maneira ampla e consequente.
As afirmativas verdadeiras são: