No que se refere à classificação endoscópica da esofagite de refluxo, assinale a opção correta.
A classificação de Los Angeles, a mais antiga classificação da doença, baseia-se na presença de quebra de mucosa e na extensão circunferencial das lesões.
A classificação de Los Angeles categoriza as esofagites erosivas em quatro graus, de A a D, e não contempla as complicações locais do refluxo gastroesofágico, que devem ser descritas à parte.
Nas esofagites erosivas grau B segundo a classificação de Los Angeles, podem estar presentes erosões longitudinais confluentes.
A classificação MUSE, de 1991, aplica-se melhor à descrição da esofagite erosiva péptica sem complicações.
A classificação de Savary-Miller, assim como a de Los Angeles modificada, não contempla as complicações da doença do refluxo gastroesofágico
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