A interface entre a Psicologia e a atenção hospitalar caracteriza-se, primordialmente, por um contexto marcado pelo sofrimento que, em maior ou menor intensidade, apresenta-se como próprios das situações de crise e adoecimento. Este contexto põe à prova os mecanismos adaptativos adequados, o que já justificaria a presença da(o) psicóloga(o) e sua ação no ambiente hospitalar. Frente a objetividade e a resolutividade necessárias neste ambiente, emerge uma demanda de sofrimento adicional, evidenciada pelas subjetividades em jogo nessa vivência hospitalar, tanto do paciente como de seus familiares, cujas repercussões do adoecimento em suas vidas mostram um significado para além da patologia e da sua gravidade. Frente a isso, é importante considerar que:
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