“ A fala é o instrumento, por excelência, de troca entre sujeitos. E, para a epistemologia genética, a fala é sempre, na sua espontaneidade (não confundir com espontaneismo), ação de segundo grau” (BECKER, 2003).
Que alternativa contempla o pensamento do autor, no que se refere à fala como emergência do sujeito?
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Professor PEBTT - Supervisão Pedagógica/Área 03
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