Quanto ao fazer, percebi que ao utilizar as mais diferentes atividades expressivas, corporais, brincadeiras e até mesmo aquilo que é considerado por alguns um não fazer, como o simplesmente estar junto, sustentando um espaço para continência, ia sim fazendo, tecendo a vinculação, o processo terapêutico e as novas possibilidades.
CHRISTOVAM, D. O uso de atividades potencializando os encontros grupais na clínica da Terapia Ocupacional. 2017. 28 p. Trabalho de conclusão de curso (Residência Multiprofissional em Saúde Mental e Saúde Coletiva) – UNICAMP, Campinas – SP.
Acerca das atividades como recursos terapêuticos na Terapia Ocupacional, julgue os itens a seguir.
Ao propor e trabalhar com atividades em um contexto de saúde mental, o terapeuta ocupacional assume apenas um papel de observador do fazer, não intervindo nas ações do paciente. Quando o desejo para a realização de algum fazer mostra-se afetado, o terapeuta ocupacional não intervém para que esse sujeito possa sentir o próprio sofrimento e desempenhar as atividades necessárias.