O que a crítica moderna superou, segundo Antonio Candido, foi
a unilateralidade de qualquer método que, como princípio, considere relevante a ideia de contexto social.
a resistência a um método único de interpretação, graças aos avanços incontestes das pesquisas sociológicas no campo da literatura.
a unilateralidade da interpretação sociológica, a que vieram se somar os ganhos de uma visada psicológica ou mesmo linguística.
o reducionismo de quem considera o fenômeno literário como uma linguagem autônoma, capaz de se avaliar por si mesma.
o reducionismo de uma leitura que, apoiada em dados sociológicos, considere-os vitais e exclusivos para a interpretação.
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