A análise institucional francesa pensa o conceito de instituição como:
certas formas de relações sociais, tomadas como gerais, que se instrumentam nas organizações e nas técnicas, sendo nelas produzidas, re-produzidas, transformadas e/ou subvertidas;
investimento politicamente organizado, centralizado em lideranças que determinam seu funcionamento ao nível das práticas cotidianas;
estruturas fluidas e pouco definidas que assumem a conformação mais conveniente à gestão do poder dominante frente aos indivíduos serializados;
ética organizacional, orquestrada na mecânica das relações de trabalho assimétricas e hierarquizadas, pela instâncias de negociação coletiva diante de seus pontos cegos;
ciência definidora dos conceitos hegemônicos nas práticas academicamente reconhecidos pelas instâncias certificadoras e formadoras.
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