Lília Moritz Schwarcz e Heloísa Murgel Starling, na
obra Brasil: uma biografia, constroem um arcabouço
teórico que perpassa a história social, com influências
da Antropologia, mesclando bibliografias recentes
(produzidas a partir da década de 1990) com grandes
clássicos da historiografia. O livro contempla análises
fundamentais no tocante à história do Brasil. Acerca da
referida obra, analise as afirmativas a seguir.
I. As autoras centram suas análises em dois elementos considerados cruciais para a compreensão da história brasileira: o republicanismo e o intervencionismo estatal. II. A obra tece críticas à noção de “civilização do açúcar” ao defender que a produção do açúcar não chegou a se configurar como um produto de códigos culturais, de construção de valores e hábitos. III. As autoras atrelam o desenvolvimento da escravidão no Período Colonial brasileiro a uma violência de cunho não só físico, mas também simbólico. IV. É possível concluir, com base na obra, que a sociedade mineradora tinha em sua característica urbana seu maior aspecto de ineditismo, o que não reduziu a estrutura desigual daquele contexto.
Estão corretas as afirmativas
I. As autoras centram suas análises em dois elementos considerados cruciais para a compreensão da história brasileira: o republicanismo e o intervencionismo estatal. II. A obra tece críticas à noção de “civilização do açúcar” ao defender que a produção do açúcar não chegou a se configurar como um produto de códigos culturais, de construção de valores e hábitos. III. As autoras atrelam o desenvolvimento da escravidão no Período Colonial brasileiro a uma violência de cunho não só físico, mas também simbólico. IV. É possível concluir, com base na obra, que a sociedade mineradora tinha em sua característica urbana seu maior aspecto de ineditismo, o que não reduziu a estrutura desigual daquele contexto.
Estão corretas as afirmativas