No livro "Rio Branco: grande estratégia e poder naval", Alsina Jr. (2015) afirma que o patrono da diplomacia brasileira era um realista pragmático e que jamais teve como objetivo atuar a partir de uma posição de fraqueza. Seu apoio à expansão do poder naval do país e à profissionalização do exército no início do século XX visava garantir o incremento do poder militar nacional, para: