No setor público, o desafio que se coloca para a nova Administração Pública é como transformar estruturas burocráticas, hierarquizadas e que tendem a um processo de insulamento em organizações flexíveis e empreendedoras. [...] Essa transformação só é possível, quando ocorrer uma ruptura com os modelos tradicionais de administração dos recursos públicos e introduzir-se uma nova cultura de gestão. (GUIMARÃES, 2000, p. 2).
Com base nessas informações, pode-se afirmar:
Um aspecto fundamental a ser considerado no planejamento e na gestão pública é a presença de dois corpos funcionais, com características nitidamente distintas: um permanente e outro não-permanente.