Muitos artistas chegam à arte pelo viés dos movimentos de inclusão social por meio da arte urbana. O hip-hop está na origem da produção de muita gente. Tito, ou Stevie Ramos de Abreu, 21 anos, começou dançando e hoje divide o trabalho em uma loja de telefonia com a pintura nas ruas. s vezes tentamos passar mensagens em relação às drogas, um alerta para os meninos que estão na rua. Se passar isso na tevê, eles veem, mas não se identificam. Na Ceilândia, o coletivo DF Zulu encara a arte como um meio de socialização. É um caminho natural entre os artistas de rua começar no movimento e descambar para o artístico com uma vontade muito intensa de desenvolver o trabalho e explorar novos traços, cores, composições e personagens.
Nahima Maciel. Grafiteiros modificam a paisagem fria
da cidade com cores, ideias e vanguardismo.
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