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2296207 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares

Felipe Maia

de São Paulo

13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41

"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.

A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)

"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).

Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).

ACESSÓRIOS

"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.

A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.

Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.

Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.

O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-

limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).

Releia a sentença apresentada pelo texto e escolha a alternativa que apresenta a substituição correta do termo sublinhado.

Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo.

 

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