O panorama da educação inclusiva no Brasil e seus principais desafios
Por Dino
Todo o aluno que apresenta alguma condição especial e depende da rede de ensino regular precisa enfrentar vários obstáculos diariamente até se adequar às metodologias da instituição educacional. Especificamente em relação à Educação Especial, foi aprovado pela Lei nº 13.005, de junho de 2014, o Plano Nacional de Educação (PNE), que traça estratégias e metas para a agenda de políticas educacionais do Brasil até 2024.
Uma das metas do PNE, é justamente universalizar a educação para todas as pessoas de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos de idade com quaisquer tipos de transtornos globais do desenvolvimento, deficiência, altas habilidades ou superdotação, de forma que tenham acesso à educação básica e também a um atendimento especializado, e isso tudo dentro da rede regular de ensino.
É preciso que haja monitoramento contínuo para garantir o cumprimento das metas do PNE, não apenas pelo Ministério da Educação, como também por toda sociedade civil. O Brasil, enquanto Estado-membro da ONU que assumiu o compromisso de adotar a Agenda 2030, deveria se empenhar muito mais no desenvolvimento de uma rede de ensino inclusiva. Porém, ainda não é possível traçar um panorama de quantas crianças e adolescentes especiais existem no País e, principalmente, quantas ainda não foram integradas nas escolas regulares.
Ainda há muito o que se desenvolver em relação à produção de indicadores sociais para que se possa projetar um sistema mais equitativo, alcançar as metas de agendas às quais as leis se propuseram e garantir o direito universal à educação, sem discriminação.
Texto acessado em 19/06/2019 e adaptado de https:/ /exame.abril.com.br/negocios/dino/o-panorama-daeducacao- inclusiva-no-brasil-e-seus-principais-desafios/
Sobre o terceiro parágrafo, é correto afirmar que: