Às vezes, acontece na interação familiar entre pais e filhos, um tipo de violência que implica, não propriamente a ocorrência de experiências traumáticas específicas, mas a emissão, por parte dos pais, de mensagens comunicacionais contraditórias e impossíveis de serem logicamente obedecidas.
Essa situação traz como consequência, para os filhos, experiências vivenciais que levam a impasse, ambivalência e confusão mental e, consequentemente, podem levar ao adoecimento psíquico. Esse fenômeno clássico, descrito por Bateson em 1956, é denominado