Sobre o flutter atrial, é incorreto afirmar:
A arritmia que utiliza a circunferência dos átrios como circuito de reentrada, com frequência atrial alta (250-350 bpm) e condução para o ventrículo com bloqueio 2:1 no NAV (FC~ 150 bpm), em geral rítmica.
Os átrios podem não ter contração efetiva, na vigência de arritmia, com possibilidade de formação de trombos intracavitários e posterior embolização.
A reversão do fllutter em até 48 horas após seu início é impossível, mesmo porque a embolia é certa nesse período.
Após 48 horas do início do flutter atrial deve-se controlar a FC com agentes que bloqueiam o NAV (digital, betabloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio) e anticoagular o paciente com varfarina.
Com três semanas de anticoagulação efetiva (INR 2,0 a 3,0) pode-se reverter o flutter e manter o paciente anticoagulado por mais quatro semanas.
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