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Os sistemas de inteligência são uma realidade

concreta na máquina governamental contemporânea,

necessários para a manutenção do poder e da capacidade

estatal. Entretanto, representam também uma fonte permanente

de risco. Se, por um lado, são úteis para que o Estado

compreenda seu ambiente e seja capaz de avaliar atuais ou

potenciais adversários, podem, por outro, tornar-se

ameaçadores e perigosos para os próprios cidadãos se forem

pouco regulados e controlados.

Assim, os dilemas inerentes à convivência entre

democracias e serviços de inteligência exigem a criação de

mecanismos eficientes de vigilância e de avaliação desse tipo

de atividade pelos cidadãos e(ou) seus representantes. Tais

dilemas decorrem, por exemplo, da tensão entre a necessidade

de segredo governamental e o princípio do acesso público à

informação ou, ainda, do fato de não se poder reduzir a

segurança estatal à segurança individual, e vice-versa. Vale

lembrar que esses dilemas se manifestam, com intensidades

variadas, também nos países mais ricos e democráticos do

mundo.

Marco Cepik e Christiano Ambros. Os serviços de inteligência no Brasil. In: Ciência Hoje, vol. 45, n.º 265, nov./2009. Internet: cienciahoje.uol.com.br (com adaptações)

Com relação à estrutura coesiva, gramatical e vocabular do texto, julgue os itens seguintes.

Os adjetivos “úteis” (l.5), “atuais” (l.6) e “perigosos” (l.8) caracterizam os “sistemas de inteligência” (l.1).

 

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