Articular o conhecimento das abordagens grupais no contexto da reabilitação, ao universo da terapia ocupacional tem-se constituído um desafio, segundo Samea (2008), já que as novas estratégias de atenção às populações com deficiência e com transtorno mental buscam captar questões relativas à subjetividade, para além do olhar reducionista centrado na doença, e neste contexto o espaço grupal: