Uma paciente de 48 anos de idade compareceu ao serviço de cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, encaminhada para reconstrução óssea em maxila anterior, de canino a canino, visando à futura reabilitação com implantes osseointegráveis. O rebordo apresentava-se modificado, de modo que a altura original do rebordo alveolar se manteve, apesar da ausência dos dentes, mas a espessura desse mesmo rebordo alveolar reduziu-se a menos de um terço da sua espessura original, apresentando-se de forma côncava. No momento do exame físico, verificaram-se FC = 80 bpm, FR = 19 irpm e SatO2 = 97%.
Considerando esse caso clínico, a respeito dos enxertos ósseos em odontologia, julgue os itens a seguir.
Enxertos ósseos de qualquer tipo podem gerar novo osso por meio de três mecanismos possíveis: osteogênese direta, osteocondução e osteoindução. Um enxerto considerado ideal deve apresentar essas três propriedades. Porém, do ponto de vista biológico, o enxerto autógeno não é o único que atende a todas as necessidades para que ocorra neoformação óssea.