“[...] O saber pedagógico necessário depende mais de ser vivido do que ser transmitido, pois assim será aprendido num diálogo atento: com os diversos aprendizados, como percurso da nossa formação, com a trajetória daqueles com os quais convivemos”. Segundo Arroyo (2000), trata-se da exploração das linguagens e expressões humanas além da leitura de teoria, dos saberes produzidos. Ainda neste contexto, o autor menciona acerca da leitura de outras manifestações do avanço da consciência dos direitos, das lutas pela dignidade e direitos fora e, também, próximos da escola, das famílias e da comunidade. Ratificando tais considerações, tem-se a necessidade de