No que se refere a uma educação nãodisciplinar, abordada pela autora, tem-se como proposta:
I. O rompimento das fronteiras entre as disciplinas curriculares.
II. A formação de redes de conhecimento e de significações, em contraposição a currículos conteudistas, a verdades prontas e acabadas, listadas em programas escolares seriados.
III. A integração dos saberes, decorrente da transversalidade curricular e que se contrapõe ao consumo passivo de informações e de conhecimentos sem sentido.
IV. Monocompreensão da realidade.
Das assertivas, pode-se afirmar que: