A partir da necessidade de os serviços e profissionais de saúde apropriarem-se de um olhar multicultural e sensível, foi proposto por Campinha-Bacote (1995, 2002) um modelo de cuidado culturalmente competente.
A competência cultural como definido por essa autora é um conjunto de comportamentos, atitudes e políticas que permite ao prestador de cuidado agir de forma eficiente em situações transculturais. Sendo um processo contínuo, envolve quatro componentes: