A crítica a qual o Serviço Social faz sobre si mesmo, pondo-se como objeto de pesquisa, questionando-se e investigando-se, e, que segundo José Paulo Netto corresponde a “um processo global que envolveu a profissão como um todo e que configuram perspectivas diversificadas, implicando na construção de um pluralismo profissional radicado em procedimentos diferentes que embasam a legitimação prática e a validação teórica, assim como as matrizes teóricas a que elas se aprendem” é identificado por: