O trabalho em grupos pode facultar aos trabalhadores melhor perceberem (e atuarem) em um caminho que vai da alienação à possibilidade de maior libertação criativa. Ou seja, o grupo pode se constituir em um espaço de reflexão sobre as condições ditadas ao trabalhador por meios de produção como o capitalista. Neste sentido, cabe considerar as importantes contribuições de um autor como Enrique Pichon-Rivière. No que se refere a este último, torna-se INCORRETO afirmar que: