O esforço de ruptura com o conservadorismo é uma marca da trajetória histórica do Serviço Social brasileiro e que tem na formulação e implementação do projeto ético-político profissional um suporte fundamental. Na atualidade, em função do avanço das práticas e ideais ultraconservadores, cabe às(aos) assistentes sociais um claro posicionamento crítico e contrário ao fascismo, ao racismo e às mais distintas formas de opressão e violência.
Tal posicionamento depende, no âmbito do trabalho profissional, da