A adoção do referencial teórico marxista no Serviço
Social brasileiro, embora tenha propiciado uma análise crítica
das expressões da 'questão social', incorreu no erro de
subestimar a importância das dimensões culturais e subjetivas
na conformação dos fenômenos sociais, limitando-se a uma
interpretação economicista que negligencia a complexidade da
intervenção profissional.