O maior determinante da instabilidade na “fratura do enforcado” é:
A presença de uma linha de fratura não visível na radiografia.
O tamanho da falha óssea na pars interarticularis.
A presença do aumento de partes moles anteriores à coluna na radiografia simples em perfil.
A presença de dano vascular na circulação vértebro-basilar.
A presença de subluxação anterior de C2 sobre C3 >3mm.
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