Quando, há cerca de cinco anos, chegou ao mercado brasileiro o primeiro modelo de carro bicombustível, que pode utilizar gasolina e álcool em qualquer proporção, ninguém apostava no seu êxito imediato e muito menos na sua permanência no mercado por muito tempo. Entretanto, a indústria automobilística brasileira atingiu a marca de 5 milhões de carros bicombustíveis — flexfuel ou simplesmente flex — vendidos. Esses veículos já respondem por 88% das vendas nacionais.
O bom momento que vive a economia nacional estimula suas vendas, mas a indiscutível preferência do consumidor pelo modelo flex tem outras razões. O álcool continua sendo mais barato do que a gasolina. A possibilidade de utilização de um ou de outro combustível, conforme sua necessidade e seu desejo, dá ao consumidor uma liberdade de escolha com que ele não contava em experiências anteriores de uso do álcool como combustível automotivo.
O Estado de S.Paulo, 16/3/2008 (com adaptações).
Com relação às idéias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
A vírgula após “bicombustível” isola oração subordinada adjetiva explicativa.