A autonomia da escola é um exercício de democratização de um espaço público: é delegar ao diretor e aos demais agentes pedagógicos a possibilidade de dar respostas ao cidadão a quem servem. De acordo com Neves (In: Veiga, 2011), a autonomia consolida-se em três eixos básicos, relacionados com as racionalidades interna e externa e articulados entre si: