No Brasil, a disputa e a ocupação de terras se intensificaram a partir de 1978, tendo como principal motivo:
a modernização do campo devido à adoção de medidas de estímulo ao grande capital na agricultura e à concentração da propriedade da terra;
a eclosão do movimento ecológico, que pôs em xeque a utilização de agrotóxicos e transgênicos na lavoura e seus produtos;
o volume de emprego encontrado nos grandes centros urbanos, que expulsava cada vez mais trabalhadores para o campo;
o descrédito para com o movimento sindical camponês, que já não oferecia respostas às necessidades dos trabalhadores rurais;
a intensificação de políticas de fixação de trabalhadores no campo como forma de combater o inchaço das grandes cidades.
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