Em relação à reabilitação no pós-operatório de reparo do manguito rotador, é INCORRETO afirmar
que, no pós-operatório de lesões com sutura e/ou reparo, o ganho de amplitude de movimento (ADM) passiva em todos os movimentos do ombro é realizado no limite álgico.
que podem ser estabelecidos, durante o pós-operatório, exercícios autopassivos, feitos com ajuda do membro superior contralateral ou com uso de faixas, bola suíça ou bastões.
que pode incluir os objetivos na fase inicial (1 dia a 6 semanas) da reabilitação pós-operatória: melhorar o conforto do paciente por meio da diminuição da dor e da inflamação; minimizar a rigidez da coluna cervical; retardar a atrofia muscular; diminuir os efeitos nocivos da imobilização; promover a amplitude de movimento ativa e resistida do ombro; manter a ADM e a força de outros componentes da cadeia cinética (coluna cervical, cotovelo, punho e mão); iniciar o controle escapular.
que pode incluir os objetivos na fase 2 (6 a 11 semanas) da reabilitação pós-operatória: realizar movimentos ativos assistidos do ombro; obter amplitude de movimento ativa cervical dentro dos limites normais; atingir artrocinética normal do ombro em planos de movimentos simples e, em seguida, nos de movimentos múltiplos; promover a execução das atividades funcionais sem dor; alcançar os padrões adequados da cadeia cinética e de geração de força; descontinuar o uso de tipoia ou órtese de abdução.
que pode incluir os objetivos na fase 3 (mais de 16 semanas) da reabilitação pós-operatória: obter amplitude de movimento ativa sem dor de 90 a 100%, em comparação com o lado não envolvido; melhorar a força, a potência e a resistência do ombro; aprimorar o controle neuromuscular e a propriocepção do ombro.
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