A eclâmpsia é definida pela presença de convulsões tônico- -clônicas generalizadas e/ou coma como manifestação do envolvimento cerebral. As causas da eclâmpsia estão relacionadas com a implantação e o desenvolvimento dos vasos sanguíneos na placenta, pois a falta de irrigação sanguínea da placenta faz com que ela produza substâncias que, ao caírem na circulação, irão alterar a pressão do sangue e, ainda, causar lesões nos rins. Em geral, a paciente com eclâmpsia apresenta sinais como: cefaleia; agitação psicomotora; hiperreflexia; podendo ser associadas à dor epigástrica; náuseas; vômitos; e, amaurose. É possível inferir que “amaurose” se trata da perda de: