Sobre a “dimensão sociocultural” da Reforma Psiquiátrica, Paulo Amarante afirma que:
É uma dimensão estratégica e uma das mais criativas, na qual se vê o envolvimento de toda a sociedade.
É a estratégia de colocar a doença “entre parênteses” para fazer emergir o sujeito.
É um dispositivo estratégico para lugares de acolhimento, de cuidado e de trocas sociais.
Consiste no “duplo da doença” e é inesperada do dramaturgo Antonin Artaud.
Preconiza que, quanto mais arte e cultura existirem dentro do hospital psiquiátrico, mais fácil e efetivo será o fim desse serviço.
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