Durante o plantão, o enfermeiro observa que um paciente
com acesso venoso periférico no dorso da mão para infusão
de soro fisiológico começa a se queixar de dor no local da
punção. Ao inspecionar o local, o profissional nota a ausência
de retorno venoso, edema progressivo ao redor do cateter, pele
fria ao toque e uma diminuição signifi cativa na velocidade do
gotejamento da infusão, apesar da pinça rolete estar aberta.
Esses sinais e sintomas indicam que a solução intravenosa não
está mais correndo dentro da veia, mas sim se acumulando no
espaço extravascular. Esse evento adverso, comum na terapia
intravenosa, é tecnicamente denominado: