"O MEC optou por inserir os alunos surdos em turmas de ouvintes, colocando a presença de intérpretes de LIBRAS, em sala de aula, como solução para o impasse em relação ao uso de diferentes línguas pelos participantes nesse contexto: Língua Portuguesa - modalidade oral e escrita utilizada pelo professor, alunos e intérprete ouvintes, e Língua Brasileira de Sinais - modalidade gestual-visual utilizada pelos alunos surdos e intérprete." (LEITE, Emeli Marques Costa. Os papéis do interprete de LIBRAS na sala de aula inclusiva. Rio de Janeiro: UFRJ/Faculdade de Letras, 2004. Dissertação de Mestrado/Programa Interdisciplinar de Linguística Aplicada. Leite, Emile Marques.)
Considerando o exposto acima, a autora Emile Marques avalia que a opção do MEC pela inclusão escolar de crianças surdas, desde sua primeira infância, em turmas de alunos ouvintes poderia, EXCETO: